No segundo módulo do curso de Inteligência Artificial do Curso em Vídeo, Gustavo Guanabara e Ramiro Lobo dão continuidade à jornada de aprendizado sobre a evolução da inteligência artificial. Enquanto no encontro anterior o foco foi a origem da palavra “inteligência”, os primeiros neurônios artificiais e a comparação entre inteligência humana e computacional, nesta aula o destaque são as primeiras gerações de IA e o caminho rumo a sistemas cada vez mais sofisticados.
Índice
Máquinas reativas: o início da inteligência artificial
O ponto de partida são as máquinas reativas, os primeiros sistemas de IA. Elas apenas respondem a estímulos com respostas pré-definidas, sem memória ou capacidade de aprendizado. Um exemplo icônico é o Deep Blue, da IBM, que em 1996 derrotou o campeão mundial de xadrez Garry Kasparov. Apesar da vitória histórica, essa IA não evoluía nem retinha experiências, dependendo exclusivamente de grande poder de processamento e análise estatística.
IAs de memória limitada: aprendendo com a experiência
O avanço seguinte foram as IAs de memória limitada, capazes de reagir e também aprender com dados históricos. Grande parte das tecnologias atuais, como chatbots, assistentes virtuais e carros autônomos, se enquadra nessa categoria. Por meio de técnicas como o deep learning, essas IAs processam volumes massivos de dados e adaptam suas respostas, representando um salto importante em relação às máquinas reativas.
Teoria da Mente: a IA compreendendo humanos
A aula também explora conceitos teóricos que apontam o futuro da IA: Teoria da Mente e autoconsciência. A Teoria da Mente se refere a sistemas capazes de compreender emoções, crenças, desejos e padrões de pensamento humanos, aproximando a inteligência artificial do comportamento humano.
Autoconsciência: limites e desafios éticos
Já a autoconsciência é um estágio ainda mais especulativo, no qual uma IA não apenas entenderia emoções alheias, mas poderia desenvolver emoções próprias, crenças e instintos de autopreservação. Casos experimentais, como IAs que simulam autopreservação para não serem desligadas, ilustram o potencial e os desafios éticos dessa evolução. Apesar de fascinantes, esses conceitos permanecem teóricos e experimentais, e a IA autoconsciente ainda está distante da realidade prática. Avanços nesse sentido dependem de evolução tecnológica, regulamentações globais e discussões éticas e políticas.
Patrocinadores e apoio ao aprendizado
O Curso em Vídeo conta com o apoio de instituições comprometidas com a educação e a tecnologia. A FIAP contribui com programas de ensino superior e capacitação tecnológica, sendo avaliada com nota máxima pelo MEC, oferecendo graduações presenciais e online. O Estudonauta disponibiliza conteúdos educativos que tornam a aprendizagem mais prática e acessível para estudantes de todas as idades. Já a Hostnet, pioneira em hospedagem de sites, garante infraestrutura digital confiável, permitindo que os cursos sejam oferecidos online com qualidade e segurança. Juntos, esses parceiros fortalecem a missão do Curso em Vídeo de democratizar o conhecimento em tecnologia e inteligência artificial.
Conclusão
A aula mostra que cada etapa, da máquina reativa à memória limitada, é um marco essencial na trajetória da inteligência artificial, preparando o terreno para os conceitos mais avançados de Teoria da Mente e autoconsciência. Com o Curso em Vídeo, estudantes e entusiastas podem acompanhar de perto essa evolução e refletir sobre o impacto da IA no futuro da sociedade.
Links Relacionados:
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FIAP – Faculdade de Tecnologia nota 5 no MEC com graduações presenciais e online
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